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Foi-se o tempo em que a Citroën não vendia para polícia

Foi-se o tempo em que a Citroën não vendia carros para polícia e táxis. Hoje ela não só atua nesses segmentos como participa da Interseg - Feira Internacional de Segurança Pública em São Paulo, que acontece de 22 a 24 de julho, em São Paulo. No evento a marca francesa exibirá os modelos C3 Picasso, C4 Pallas e Citroën Jumper, todos caracterizados para atender aos públicos relacionados à segurança pública, como Ministério da Justiça, secretarias da Segurança Pública, polícias Rodoviária Federal, Estadual, Civil e Militar e Corpo de Bombeiros. O Citroën Jumper estará com o grafismo da Polícia Civil, o C4 Pallas preparado para uso da polícia em investigações e o C3 Picasso com identificação para o patrulhamento ostensivo da PM. "A intenção é demonstrar que os veículos da marca podem atender a todas as necessidades destas instituições com relação custo-benefício competitiva", explica João Paulo Toscano, Gerente Geral de Vendas Corporativas da Citroën do Brasil. O empresário Sergio Habib, primeiro presidente da marca no país, é que tinha a política de não comercializar seus automóveis com destinação a táxis e frotistas. Ele deixou a marca em abril de 2008 e hoje é presidente da JAC Motors Brasil. Na época, em um evento, afirmou que a empresa não vendia para polícia, ao que foi provocado pelo então diretor de vendas e marketing da Volkswagen, Paulo Kakinoff, hoje presidente da Gol: "A Volkswagen vende carro para polícia. E vende para bandido também".
23/07/2012 12:00